terça-feira, 28 de maio de 2013

Japão: Mãe e filha morrem à fome em casa


Uma mulher de 28 anos e a filha de 3 anos foram encontradas mortas num apartamento em Osaka, no Japão. As vítimas terão morrido à fome e foram encontradas esta terça-feira, noticiou o jornal "Japan Today".

Segundo a "Fuji TV", Michiyo Inoue e a filha Rui foram encontradas mortas com um bilhete, que terá sido escrito por Inoue, onde podia ler-se: "Eu queria dar-lhe comida mais nutritiva".

De acordo com os investigadores, o apartamento não tinha frigorífico e o único condimento disponível era sal. O gás e a eletricidade haviam sido cortados e a conta bancária de Inoue estava praticamente vazia.

Ao canal japonês, o médico legista garantiu que não havia comida no estômago da mulher, quando esta foi encontrada e que a autópsia revelou que as vítimas faleceram em fevereiro deste ano.

Segundo a polícia japonesa, a mulher era vítima de violência doméstica, por parte do marido.



 in JN online, 28-5-2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Polónia: Recém-nascido tinha 4,5 gramas de álcool no sangue



Uma mulher de 24 anos que se encontrava embriagada deu à luz um recém nascido com uma taxa de alcoolemia de 4,5 gramas por litro de sangue, anunciou a polícia de Tomaszow Mzowiecki, no centro da Polónia.




Segundo a polícia, a criança está "em estado crítico".

O parto, por cesariana, teve lugar no hospital local, para onde a mulher foi levada de emergência após ter desmaiado numa loja que vendia bebidas alcoólicas. Tinha 2,6 gramas de álcool no sangue.

O Ministério Público está a investigar o caso e a mãe arrisca uma pena até cinco anos de prisão por ter colocado a vida do filho em perigo. Pode perder os seus direitos parentais.



Texto in DN online, 15-5-2013
Imagem ilustrartiva in Google

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Ministro japonês Taro Aso diz que doentes idosos devem morrer para poupar o Estado

 
 
O ministro das Finanças do novo Governo japonês afirmou que os idosos doentes devem "morrer rapidamente" para aliviar o Estado do pagamento de cuidados médicos.
 
 
 
- Taro Aso -
 
 
 
"Deus queira que (os idosos) não sejam forçados a viver até quando quiserem morrer" disse Taro Aso durante uma reunião, em Tóquio, sobre as reformas da segurança social.

Segundo o jornal britânico "Guardian", o ministro está a ser alvo de fortes críticas por declarações como: "O problema não tem solução, a não ser que os deixemos morrer, e depressa".

O mesmo ministro chamou ainda "entubados" aos doentes que já não se conseguem alimentar pelas próprias mãos e acrescentou que "o ministro da Saúde está consciente das despesas de saúde por paciente".

De acordo com o "Guardian", os comentários de Aso são motivo de ofensa no Japão, onde um quarto da população, de cerca de 130 milhões de habitantes, tem mais de 60 anos de idade.

O ministro das Finanças, neto de um primeiro-ministro do pós-guerra, já foi também chefe do Executivo e ministro dos Negócios Estrangeiros, e é conhecido pelas declarações polémicas: foi considerado particularmente insultuoso para com os doentes de Alzheimer e em 2001 afirmou que gostava que o "Japão fosse o país em que os judeus ricos gostassem de viver".

Um relatório divulgado na segunda-feira em Tóquio indica que mais de dois milhões de japoneses dependem da segurança social.

O novo Governo do primeiro-ministro Shinzo Abe foi eleito no passado mês de dezembro e espera-se para breve o anúncio de novas medidas sociais.
 
 
 
Texto in JN online, 22-01-2013
Imagem in Google

sábado, 12 de janeiro de 2013

Serviu à mesa quase nua no último dia de trabalho

 
 
Uma empregada de uma pizaria deixou uma marca no último dia de trabalho. Para assinalar a despedida, despiu-se e atendeu os clientes apenas de avental, meias de rede e botas. A foto tornou-se viral na Net.
 
 
 
 
 
 
 
 
O último dia de trabalho de uma empregada da pizaria "Roberta", em Brooklyn, Nova Iorque, não será esquecido pelos clientes que a jovem atendeu, com "95% do corpo despido", lê-se no texto que acompanha a foto da mulher praticamente nua a servir à mesa e que se tornou viral na Internet.

Vicky Oyomba ficou surpreendida ao ver uma empregada praticamente nua a servir à mesa. Tirou uma foto, publicou no twitter e a imagem deu a volta ao Mundo, conta a delegação do canal de televisão norte-americano CBS, em Nova Iorque.

Na foto, vê-se a mulher apenas de botas, meias de rede e um avental a servir à mesa. Nas costas, duas palavras: "Paz e Saída".

Um escrito fácil de perceber depois de se saber que era o último dia de trabalho da jovem naquela pizaria e que se foi embora deixando uma mensagem de paz.

"Apanhamos a empregada, rodeada por clientes a tirar fotos dela, quando saía, ceheia de piza, carne de porco e pato. Quando perguntamos, disse-nos que era o último dia de trabalho", escreveu Max Read, redator do "Gawker".
 



in JN online, 12-01-2013

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Justiça considera legal despedimento de Melissa Nelson por ser "irresistível"

 
 
Pode não ser justo mas, pelo menos no Iowa, não é ilegal. O patrão de Melissa Nelson, uma atraente assistente num consultório de dentista, despediu-a por considerá-la uma "ameaça" para o seu casamento.
 
 
 
- Melissa Nelson -


 
O Supremo Tribunal do estado norte-americano do Iowa determinou, na sexta-feira passada, que o despedimento de Melissa Nelson, por ser "irresistível", não violou nenhuma lei.
 
"Não é justo. Não acho certo". A assistente num consultório de dentista não se conforma com a decisão da justiça, que não considerou tratar-se de um caso de descriminação sexual, uma vez que em causa estava o seu patrão considerá-la uma ameaça para o seu casamento.
 
Melissa Nelson foi contratata em 1999. James Knight, o patrão, alegou em tribunal que pediu várias vezes à funcionária para se vestir de forma diferente, com roupas menos justas.
 
A mulher de Knight terá descoberto em 2009 que o marido e Melissa trocavam mensagens e terá então exigido o despedimento da funcionária, o que aconteceu efetivamente em 2010.



in Visão online, 26-12-2012

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Belga descobriu que a mulher tinha sido homem após 20 anos casado


Um belga pediu a anulação do casamento ao descobrir que a mulher, Monica, tinha passado por uma operação de mudança de sexo e que tinha nascido como homem, na Indonésia.



- Jan exibe uma foto da companheira de 20 anos -
 
 
 
O homem, apenas identificado como Jan, casou com a antiga ama da família, em 1993, depois de ter enfrentado e superado os problemas levantados pelas autoridade belgas, que duvidavam da identificação de Mónica.

"Trouxe-a para a Bélgica, não foi fácil, Os tribunais tinha muitas dúvidas sobre a autenticidade da documentação mas acabaram por aceitar", recordou.

Recentemente, quando o casamento começou a desmoronar-se, descobriu que, afinal, a companheira de quase 20 anos de casamento tinha nascido como homem e tinha mudado de sexo entretanto.

"Sinto-me molestado", disse o homem, em declarações ao jornal "Het Nieuwsblad", da Bélgica. "Pensei que era uma mulher atraente, toda mulher. Não tinha quaisquer traços masculinos", disse o homem, de 64 anos.

"Mesmo durante o sexo não notei nada", acrescentou, recordando que Monica costumava fingir a menstruação para "esconder a verdade".

Jan, de 64 anos, disse que ele e Mónica, de 48, tinham decidido não ter filhos visto que ele já tinha dois filhos de um casamento anterior. "Era como uma irmã mais velha para eles", observou.

Segundo Jan, o comportamento de Monica alterou-se nos últimos tempos. Começou a usar roupas espalhafatosas e saias muito curtas e "tops" reveladores. O filho mais velho do homem disse que viu a madrasta a dançar num clube noturno.

Da suspeita de um caso amoroso à confirmação da mudança de sexo, bastou uma discussão. "Encosteia-a à parede e disse: Agora sei a verdade. És um homem? Ela disse-me que tinha nascido rapaz e tinha sido operada entretanto. Como agora era mulher, considerou que não tinha nada que me falar do passado dela", contou Jan.

"O meu Mundo desmoronou-se", disse o homem que está a receber acompanhamento psiquiátrico e já pediu a anulação do casamento. O tribunal impediu-o, enquanto não há uma decisão, de obrigar a mulher a deixar a casa de família.




in JN online, 27-11-2012