quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Justiça considera legal despedimento de Melissa Nelson por ser "irresistível"

 
 
Pode não ser justo mas, pelo menos no Iowa, não é ilegal. O patrão de Melissa Nelson, uma atraente assistente num consultório de dentista, despediu-a por considerá-la uma "ameaça" para o seu casamento.
 
 
 
- Melissa Nelson -


 
O Supremo Tribunal do estado norte-americano do Iowa determinou, na sexta-feira passada, que o despedimento de Melissa Nelson, por ser "irresistível", não violou nenhuma lei.
 
"Não é justo. Não acho certo". A assistente num consultório de dentista não se conforma com a decisão da justiça, que não considerou tratar-se de um caso de descriminação sexual, uma vez que em causa estava o seu patrão considerá-la uma ameaça para o seu casamento.
 
Melissa Nelson foi contratata em 1999. James Knight, o patrão, alegou em tribunal que pediu várias vezes à funcionária para se vestir de forma diferente, com roupas menos justas.
 
A mulher de Knight terá descoberto em 2009 que o marido e Melissa trocavam mensagens e terá então exigido o despedimento da funcionária, o que aconteceu efetivamente em 2010.



in Visão online, 26-12-2012

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Belga descobriu que a mulher tinha sido homem após 20 anos casado


Um belga pediu a anulação do casamento ao descobrir que a mulher, Monica, tinha passado por uma operação de mudança de sexo e que tinha nascido como homem, na Indonésia.



- Jan exibe uma foto da companheira de 20 anos -
 
 
 
O homem, apenas identificado como Jan, casou com a antiga ama da família, em 1993, depois de ter enfrentado e superado os problemas levantados pelas autoridade belgas, que duvidavam da identificação de Mónica.

"Trouxe-a para a Bélgica, não foi fácil, Os tribunais tinha muitas dúvidas sobre a autenticidade da documentação mas acabaram por aceitar", recordou.

Recentemente, quando o casamento começou a desmoronar-se, descobriu que, afinal, a companheira de quase 20 anos de casamento tinha nascido como homem e tinha mudado de sexo entretanto.

"Sinto-me molestado", disse o homem, em declarações ao jornal "Het Nieuwsblad", da Bélgica. "Pensei que era uma mulher atraente, toda mulher. Não tinha quaisquer traços masculinos", disse o homem, de 64 anos.

"Mesmo durante o sexo não notei nada", acrescentou, recordando que Monica costumava fingir a menstruação para "esconder a verdade".

Jan, de 64 anos, disse que ele e Mónica, de 48, tinham decidido não ter filhos visto que ele já tinha dois filhos de um casamento anterior. "Era como uma irmã mais velha para eles", observou.

Segundo Jan, o comportamento de Monica alterou-se nos últimos tempos. Começou a usar roupas espalhafatosas e saias muito curtas e "tops" reveladores. O filho mais velho do homem disse que viu a madrasta a dançar num clube noturno.

Da suspeita de um caso amoroso à confirmação da mudança de sexo, bastou uma discussão. "Encosteia-a à parede e disse: Agora sei a verdade. És um homem? Ela disse-me que tinha nascido rapaz e tinha sido operada entretanto. Como agora era mulher, considerou que não tinha nada que me falar do passado dela", contou Jan.

"O meu Mundo desmoronou-se", disse o homem que está a receber acompanhamento psiquiátrico e já pediu a anulação do casamento. O tribunal impediu-o, enquanto não há uma decisão, de obrigar a mulher a deixar a casa de família.




in JN online, 27-11-2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Espanha: Autocolante anti-traque divide taxistas em Madrid

Um autocolante anti-traque está a dividir os taxistas em Madrid. Fartos de lidar com flatulências dos clientes, alguns motoristas afixaram no táxi um aviso que não é consensual.
 
 
 
- O polémico autocolante -
 
 

Os traques dos clientes estão a dividir os taxistas em Madrid, Espanha. Alguns motoristas afixaram nos carros um autocolantes a sinalizar que as flatulências do cliente não são bem-vindas. Uma mensagem que, para alguns, já cheira mal.

"É degradante para as pessoas que temos todo o gosto em transportar", alertam os motoristas que estão contra este autocolante, em declarações ao jornal "La Vanguardia".

Apesar de evidenciar um sinal de traque proibido, o autocolante não faz a lei, porque nada na legislação espanhola proíbe a natureza de se impor, quando tem de ser.

Os defensores do autocolante, cujo grafismo não deixa dúvidas, dizem que pretendem proteger-se dos maus hábitos de alguns dos clientes, que se sentem em casa quando andam no carro dos outros.
 
 
 
in JN online, 18-9-2012