Uma mãe norte-americana diz que o seu filho foi violado aos cinco anos por colegas da mesma idade na casa-de-banho de uma escola pré-primária do bairro de Queens e está a pedir uma indemnização de 10 milhões de dólares (7,4 milhões de euros) à cidade de Nova Iorque.
Segundo Yenny Valero, de 31 anos, disse ao jornal norte-americano 'New York Daily News' que o ataque sexual foi perpetrado por quatro colegas de pré-primária do seu filho. Depois de o atirarem ao chão, tiraram-lhe as calças e inseriram-lhe pelo menos um dedo no ânus.
"O meu filho continua a não conseguir dormir e está muito ansioso, apesar de fazer psicoterapia", disse a nova-iorquina ao mesmo jornal, revelando que transferiu imediatamente a criança para outra escola.
A polícia nova-iorquina tomou conta da ocorrência, mas parou a investigação devido à idade dos intervenientes. Por seu lado, responsáveis da escola disseram que não tinham provas de que a violação tivesse acontecido.
Numa sondagem colocada no site do 'New York Daily News', 79 por cento dos leitores consideraram que os autores da alegada agressão sexual deveriam ser punidos apesar da sua tenra idade.
Gisele Bündchen em roupa interior num anúncio de televisão parece ser uma ideia agradável e pacífica à generalidade das pessoas. O problema é a mensagem, não a falta de roupa. Veja o vídeo em baixo.
O uso de mulheres sensuais para promover produtos é muito comum no Brasil, à imagem do que acontece um pouco por todo o Mundo. Mas neste caso, com Gisele Bündchen como protagonista, o que choca as autoridades é a mensagem.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres da presidência do Brasil pediu a suspensão do mais recente anúncio da marca de roupa interior "Hope" por considerar que reforça o estereótipo das mulheres como objectos sexuais dos maridos.
No anúncio televisivo, Gisele Bündchen "ensina" às mulheres como usar os atributos físicos para suavizarem as más notícias. Gisele Bündchen começa vestida, a tentar fazer passar a mensagem. Mas, para a campanha publicitária, a melhor forma de dar más notícias é semi-nua.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres manifestou "firme repúdio" ao anúncio, em memorandos enviados ao anunciante e ao conselho responsável pela regulação a publicidade no Brasil. O mesmo que, no ano passado, vetou um anúncio de Paris Hilton a uma marca de cerveja, por o considerar "demasiado sexy".
Texto in JN online, 29-9-2011
Vídeo in YouTube, 20-9-2011
Comprou uma casa, teve dois filhos, abriu
empresas em seu nome. Afinal, era um dos homens mais procurados nos
EUA
Maria do Rosário tinha a barriga empinada a
cair da cintura. Era uma mulher feliz, prestes a ter um filho, a olhar para a
casa de portadas amarelas baptizada com o nome de “Casa das Escadas”. Era ali,
naquela descida das Casas Novas, em Colares, Sintra, que ela e Jorge podiam
começar uma vida nova. Conheceram-se na Guiné-Bissau, durante a temporada em que
ela vivera com o pai, major das Forças Armadas, naquele país. Depois, vieram
juntos para Portugal. Compraram a casa velha e reconstruíram-na. Contrataram uns
pedreiros; ele, que tinha jeito para as artes, ofereceu-se para tratar da
pintura.
Foi assim, há 26 anos, que um dos
criminosos mais procurados nos Estados Unidos se transformou no homem
“trabalhador”, “pacato” e mestre da simpatia de quem os vizinhos, claro, como é
costume, nunca desconfiaram. Os vizinhos que já ali viviam souberam que quem ia
comprar a casa era um americano. Mas o que conheceram foi Jorge, um homem com
identidade portuguesa, com um sotaque por vezes “difícil de entender”.
Meses depois de Jorge e Maria do Rosário
irem viver para aquela casa, nasceu Marco, que na adolescência seria um adepto
do graffiti. Seis anos depois, nasceu Sara que, como excelente nadadora, se
tornou atleta federada. Hoje ela tem 20, ele 26, e ambos ainda vivem na casa dos
pais. O George Wright condenado por homicídio nos EUA e pirata do ar deixou de
existir. Agora era o José Luís Jorge dos Santos, figura difícil de esquecer nos
seus 1,82 metros.
Fundou vários negócios, quase todos
ruinosos. Teve um restaurante, uma churrasqueira, uma loja de serviços na Praia
das Maçãs registada no seu novo nome, fundou uma empresa online para oferecer os
seus serviços como pintor, vendeu cosméticos da marca brasileira Racco, fazia
biscates como reparador de móveis. A vida nem sempre foi fácil. O vizinho Vítor,
que vive numa casa colada à sua, chegou a arranjar-lhe um trabalho na construção
civil. “Mas ele não sabia pintar, não tinha aquele ‘ajeitamento’. A coisa dele
era outra pintura, mais artística”, lamenta o vizinho. Na altura em que Jorge
tinha a churrasqueira e Vítor era pescador, o americano da Virgínia bateu várias
vezes à sua porta, olhos fixos nos pés, cara baixa de vergonha. Oferecia uns
frangos em troca de peixe para poder variar na comida que levava à mesa. Vítor
oferecia o peixe, mas dispensava o frango. “Já vinham assados. Sabia lá os
pontapés que já tinham levado.”
Jorge chegou a oferecer-se para dar treinos
de basquetebol aos miúdos da freguesia – tinha sido jogador e treinador da
modalidade na Guiné-Bissau. Convidava o vizinho Vítor para dar umas voltas de
carro e ir comprar tintas com ele a Alcabideche. Brincava com a vizinha
Fernanda, que até agora está de “queixo caído” com a notícia. Não se escondia.
Não se trancava em casa. Não desconfiava dos vizinhos. Tinha página de Facebook,
fotos espalhadas por blogues na internet. Recebia amigos em casa todos os
fins-de-semana. Falava com o vizinho e antigo treinador de natação da filha
sobre o desporto na América.
Na segunda-feira, nenhum dos vizinhos da
casa amarela viu a polícia chegar. A mulher, Maria do Rosário, não voltou a sair
à rua. Fechou os taipais de todas as janelas, esqueceu-se da torneira do quintal
a correr. O grande mistério que ninguém sabe resolver é se ela sabia que Jorge
afinal era George, um homicida condenado e foragido à polícia há 41 anos. Ou se
Jorge chegou até si sem passado e só quando a PJ chegou para prender o marido é
que Maria do Rosário descobriu o homem que guardava em casa.
Um homem na Malásia apresentou queixa na polícia pelo crime de violação da mulher, alegadamente por um homem invisível.
O jovem de 20 anos, perturbado e preocupado com a situação, contou às autoridades que a mulher tinha tirado as suas roupas, acariciado o corpo e "emitido sons" enquanto dormia. Tendo assim o homem, chegado à conclusão de que a mulher fora violada pelo...homem invisível!
O marido terá consultado um vidente que justificou o sucedido com o facto de alguém ter usado magia negra para roubar a alma da sua mulher e violá-la.
Sem qualquer tipo de hesitação nem dúvidas o homem disse: "vamos denunciar o violador!". O problema é que a polícia não pôde fazer muita coisa sobre o sucedido. Os oficiais disseram que não poderiam prender um homem invisível.
Retocar a imagem para parecerem mais sexys, mais bonitas ou mais excitantes é algo habitual no mundo das celebridades. No Canadá, aconteceu o inverso, com o Parlamento local a suavizar a beleza de uma deputada, escondendo o decote. Grupos feministas protestam.
Rathika Sitsabaiesan nem precisava de polémica com a imagem para merecer destaque no panorama político canadiano. Mas, a primeira mulher de ascendência Tamil a chegar ao Parlamento do Canadá está ser mais notícia pela ocultação dos méritos físicos do que pela revelação das qualidades intelectuais.
Os serviços da página do Parlamento canadiano na Internet substituíram a foto de Rathika Sitsabaiesan por uma, retocada, que esconde o decote da jovem mulher, de 29 anos. Pelos vistos, a foto original mostrava mais do que o desejável para uma mulher na política.
Rathika Sitsabaiesan não se pronunciou sobre a troca da foto, para algo mais recatado, mas os grupos feministas canadianos não ficaram calados. "Não há um motivo que justifique algo como isto", disseram, aos média canadianos.
Foi encontrado um navio afundado durante a Segunda Guerra
Mundial a mais de 4 mil metros de profundidade, no Oceano Atlântico. Os
exploradores descobriram também um tesouro com cerca de 240 toneladas de prata,
avaliado em cerca de 150 milhões de euros. Veja o vídeo em baixo.
A empresa norte-americana Odyssey Marine Exploration, que se dedica à
exploração de barcos naufragados com cargas valiosas, anunciou a descoberta do
cargueiro britânico "SS Gairsoppa" na segunda-feira e afirmou estar já a
trabalhar na recuperação da carga.
"Tendo em conta o estado e a exposição dos destroços do naufrágio, estamos quase
convencidos que podemos recuperar a carga", frisou Andrew Craig, director do
projecto, que confessou estar entusiasmado com a descoberta.
Os pesquisadores foram capazes de confirmar, graças a um submarino dirigido
por controlo remoto, a localização e a identificação do navio abatido pelos
alemães no mês de Fevereiro de 1941, em plena Segunda Guerra Mundial.
O "SS Gairsoppa" está a 4700 metros de profundidade no Oceano Atlântico e a
480 quilómetros da , informou a companhia de exploração.
A Odyssey Marine Exploration pretende iniciar o processo de recuperação da
carga na Primavera de 2012. "Tivemos sorte em encontrar os destroços em posição
vertical, com os porões abertos e facilmente acessíveis", disse Greg Stemm,
presidente da empresa com sede em Tampa, na Florida.
Será a primeira vez que se fará um resgate a esta profundidade e, caso a
operação seja bem sucedida, será o mais valioso e o maior tesouro já recuperado
do fundo do mar.
Depois de uma dura batalha, a Odyssey ganhou, em 2010, o concurso público
para a recuperação dos destroços, aberto pelo governo britânico. A empresa
esperava encontrar o navio num período de três meses, mas foi necessário mais de
um ano só para localizar o casco.
A Odyssey Marine Exploration tem agora direito a reter 80% da carga e os
restantes 20% irão ser entregues às autoridades britânicas e poderão render
cerca de 34 milhões de euros.
O "SS Gairsoppa" zarpou da Índia, com destino a Liverpool, em Dezembro de
1940, carregando 200 tonelada de prata e 40 toneladas de ferro e chá. Devido às
condições meteorológicas e à falta de combustível, o navio mercante
distanciou-se do grupo de navios militares que integrava.
O comandante ainda tentou levar o cargueiro para Galway, na costa irlandesa,
mas foi atacado pelo submarino alemão U101 e afundou-se. Apenas um dos 85
tripulantes sobreviveu ao ataque.
Um tribunal norte-americano decidiu na semana passada que a empresa teria de
devolver às autoridades espanholas 17 toneladas de moedas de prata, com um valor
estimado em 370 milhões de euros. A companhia já afirmou que irá recorrer da
decisão judicial.