sábado, 5 de fevereiro de 2011

Mariluz, Curitiba: Brasileira esteve prisioneira 20 anos dentro da própria casa

«A polícia brasileira libertou uma mulher que foi mantida como prisioneira durante vinte anos em sua própria casa, indicou a polícia militar do Estado do Paraná através de comunicado.



A mulher, de 45 anos, esteve prisioneira do seu companheiro, de 60 anos, na sua casa da cidade Mariluz, a 550 Km de Curitiba, capital do Paraná.

A polícia deslocou-se ao local após uma queixa de assistentes sociais.

A casa estava fechada mas "era possível ouvir a voz de uma mulher a pedir ajuda", segundo o comunicado.

O acusado deixou entrar a polícia que encontrou duas armas de fogo dentro de casa.

Após a sua libertação, "durante uma consulta com uma psicóloga, (a mulher) contou que qualquer meio de comunicação estava proibido" e que era forçada a realizar as tarefas domésticas, afirmou o tenente Denis Wellington Viana, no comunicado.

"Os assistentes (sociais) informaram a polícia que uma pessoa estava prisioneira há vinte anos, e que devia ter problemas de saúde, tendo em conta que qualquer acompanhamento médico lhe era proibido", acrescentou o texto.

Na semana passada, uma outra brasileira que sofria de problemas mentais foi salva do seu marido, que a fechou durante oito anos na adega da sua própria casa.»


Texto in JN online, 05-02-2011
Imagem in Google

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Malaui quer criminalizar flatulência em público

O Parlamento do estado africano do Malaui tem agendada para debate a partir da próxima segunda-feira a criminalização de manifestações públicas de flatulência.



O ministro da Justiça e Assuntos Constitucionais, George Chaponda, deu um claro sinal de que leva a questão muito a sério ao afirmar, citado pela agência sul-africana SAPA, que "o governo tem a obrigação de garantir a decência pública e de introduzir ordem no país".

Chaponda considerou que o mau hábito de libertar gases intestinais em público é uma consequência directa da democracia, sendo, em sua opinião, necessário que as pessoas aprendam a "controlar a natureza".

"Este hábito não existia nos tempos da ditadura porque os cidadãos temiam as consequências, mas desde que o país abraçou a democracia multipartidária há 16 anos as pessoas começaram a sentir que podem libertar gases em qualquer lado", referiu o ministro da Justiça, que propôs a criminalização.

O Partido Democrático Progressista, ao qual pertence o ministro, parece levar o assunto tão a sério como o próprio Chaponda e está disposto a usar a sua maioria parlamentar para aprovar uma nova lei que torne ilegal a flatulência.

Uma lei dos tempos da ditadura já ilegaliza aquele acto mas as autoridades não a fazem cumprir.

A legislação, ainda em vigor, estabelece que "qualquer pessoa que vicie a atmosfera em qualquer lugar e com isso torne nocivo o ar para as pessoas em geral que transitam ou trabalhem na vizinhança ou na via pública será considerada culpada de delito de menor gravidade".

Apesar da sua firmeza, o ministro da Justiça já assegurou que a nova lei, a ser passada, manterá o estatuto de "menor gravidade" para o crime de flatulência pública.

O Malaui é uma sociedade conservadora, que ao longo dos anos proibiu uma série de comportamentos considerados aceitáveis na maior parte dos países africanos, como o uso de calças e mini-saias pelas mulheres e homens de cabelos longos.


Texto in JN online, 04-02-2011
Imagem in Google

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

OVNI paira sobre templo de Jerusalém

Filmes diferentes captaram uma bola de luz cintilante a pairar sobre a cúpula de um templo em Jerusalém, Israel, antes de desaparecer rapidamente em direcção ao céu. Os vídeos captados por volta da 01h00 de madrugada de sábado já reacenderam a eterna questão se estaremos ou não sozinhos no universo.




Nos vídeos um objecto brilhante desce lentamente até parar sobre a Cúpula da Rocha, um dos locais mais sagrados no Monte do Templo, na cidade de Jerusalém. Em seguida, depois de pairar durante alguns segundos, e para espanto dos transeuntes, dispara em direcção ao infinito. As imagens levantaram um debate online, uns questionando a veracidade das imagens, outros especulando sobre a possibilidade de vida para lá da terrestre.


in CM online, 03-02-2011

Primeiro imigrante a saltar a fronteira de Ceuta para fugir... de Espanha

Pela primeira vez, um imigrante subsariano tentou saltar a vedação da fronteira que separa Ceuta de Marrocos. O local, um dos mais vigiados devido às tentativas de imigração ilegal para a Europa, assistiu ao primeiro movimento contrário: um homem tentou regressar ao Mali, o seu país de origem.




Desde 1992, altura em que começou a grande vaga de imigração ilegal na cidade autónoma de Ceuta (que é território administrado por Espanha), que não havia registo de um caso semelhante a este.

O insólito acontecimento ocorreu na madrugada do passado domingo e despertou a atenção da Guarda Civil Espanhola devido à sua raridade.

Inicialmente, os agentes pensaram que se tratava de mais um imigrante subsariano que pretendia entrar ilegalmente em Ceuta, como já vem sendo habitual. Mas, quando a Polícia chegou ao local, deparou-se como uma situação estranha: afinal era um imigrante que queria saltar de Ceuta para Marrocos.

O imigrante, chamado Omar Chuick , natural do Mali, disse aos polícias que viveu quatro anos em Ceuta e que estava cansado de esperar para viajar para o seu país. Por isso, decidiu transpor a fronteira, a fim de voltar ao Mali através de Marrocos.

As autoridades, incrédulas com o sucedido, não queriam acreditar na versão do homem, já que é a primeira vez que um imigrante subsariano tenta saltar a cerca no sentido inverso.

A delegação do Governo informou que o imigrante foi apenas impedido de saltar a vedação e nem sequer foi detido.

A entidade governamental garantiu, ainda, que o imigrante não está registado no Centro de Estadia Temporária de Imigrantes (CETI), prevendo-se que esteja a dormir no cais do porto de Ceuta.

Apesar da sua tentativa ter fracassado, Omar Chuick garantiu às autoridades que iria tentar regressar novamente ao Mali, quer utilizando este método ou outro qualquer.


in JN online, 03-02-2011

Mulher exibe unhas com 50 centímetros

A norte-americana leva cinco horas a arranjá-las e gasta um balúrdio de dinheiro de cada vez que vai à manicure. Veja vídeo em baixo

 


A norte-americana Jazz Ison Sinkfield tem umas unhas com 50 centímetros de comprimento. A senhora contou num programa de televisão que leva cinco horas a pintá-las e que gasta cerca de 200 euros de cada vez que vai ao cabeleireiro arranjar as unhas.

Jazz já revelou que um dos seus maiores sonhos é conhecer a apresentadora Oprah Winfrey.




in DN online, 03-02-2011

Cadela que diz ‘I Love You’ e ‘How Are You’ torna-se êxito no YouTube

Chama-se ‘Mishka’ e é um ‘husky’ de oito anos que tem feito furor na Internet por reproduzir cerca de uma dúzia de palavras.



O vídeo que circula no You Tube já foi visto cerca de 20 milhões de vezes e é possível ver a cadela a "dizer" expressões como ‘I Love You' (‘Amo-te), ‘How Are You' (‘Como Estás') ou ‘Obama' (‘Obama').

O êxito do animal já chegou à televisão, com ‘Mishka' a mostrar os seus dotes em vários ‘talk shows' norte-americanos.

Ao site ‘PeoplePets.com', a dona Gardea, de 31 anos, reagiu ao impacto dos vídeos: "O que gosto ao partilhar [vídeos] é que fazem muita gente feliz. E isso é muito divertido - fazer a diferença assim."




Foto e texto in CM online, 02-02-2011
Vídeo in YouTube

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Ministra belga Laurette Onkelinx faz gesto obsceno em debate

A vice-primeira-ministra belga e ministra da pasta social, Laurette Onkelinx, foi protagonista de um debate televisivo pelas piores razões. Onkelinx apontou para um dos intervenientes do debate com o dedo do meio, situação que gerou controvérsia no país.




Os vídeos do ocorrido estão na internet, tendo já sido vistos por mais de 108 mil pessoas. A imprensa belga também fez questão de destacar a incidência nas edições de hoje.

Porta-voz do gabinete de Onkelinx veio a público esclarecer que tudo não passou de um "lapso" e que este insulto "não faz o género" da governante.




in jornal "i" online, 01-02-2011